O OITAVO MAIS DIFERENCIADO E
DRAMÁTICO DA HISTÓRIA DA ESCOLA ESTADUAL MANOEL LUÍS DE MARIA
Aluna:
Maria Vitória Bruna Guedes Fernandes (Uma garota genial!)
O oitavo ano da Escola
Estadual Manuel Luís de Maria não é apenas uma turma qualquer com rostinhos
bonitos (e outros nem tanto) enfeitando a passarela da escola. Nossa grande
diferença é que, todos juntos e misturados, somos uma diferença que cativa, pois
assim nos tornamos o oitavo ano matutino.
No total somos 34
alunos, um diferente do outro, cada um com sua identidade e sua história. Uns
bagunçam e outros conversam; tem alguns que não querem nada com a vida; já há outros
que se esforçam para ter um futuro brilhante. Dentro desses grupos está a minha
pessoa, que se encaixa em todas as classificações: um pouco bagunceira, que
conversa e ao mesmo tempo procura estudar, para que, futuramente, tenha uma
vida cheia de significados.
Somos a turma maior do
turno matutino e nos destacamos por uma característica meio negativa – “o
barulho” – que, sinceramente, está presente em todas as boas salas de aula.
Todos os alunos têm suas perspectivas
para o futuro, como há outros que não se sabe ao certo o que querem seguir. A
faculdade de medicina é a mais badalada entre os alunos da sala, por ser mais
influenciada pelos pais e colegas. Poucos querem ser professor, por achar a
profissão chata e entediante; contudo, professor é a matéria-prima de tudo, uma
profissão que exige sabedoria e organização.
Uma minoria pensa mais alto ou quer se
satisfazer com mais, ou seja, ainda há aqueles que querem dar um passo à frente,
enquanto outros, ao invés disso, se contentam com pouco, o que resulta em
alunos medianos que não passam de suas expectativas.
A cada dia surgem novas histórias, novos
episódios são vividos na novela do EEMLM. Algumas bem engraçadas, como a do
garoto que vive em Plutão e que, vez por outra, aterrissa em nosso mundo, mas
outras são mais tristes, como a de um velho amigo nosso que teve que se
despedir.

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